Archive for the ‘Luciana’ Category

Stella Artois – Game

Posted: 07/22/2011 by Luciana in Cerveja, Games, Luciana

Você gosta de jogos online?  Gosta de cerveja também?
Seus problemas acabaram!!!

Nome do jogo: The Black Diamond

A história começa em um trailer online que apresenta os detalhes da trama que envolve dois amantes, um diamanete, um ladrão e uma maldição. A diferença é que as pessoas podem se inscrever online para participar desta caça ao vivo, em um evento imersivo que envolve encenação ao vivo.

O projeto foi muito bem feito! Está tudo em inglês (se você não manja, taí uma boa oportunidade para treinar).

Beijos
Boa sexta
Bom Final de Semana
Lu

3%

Posted: 07/08/2011 by Luciana in Contos, Cultura, Luciana, Seriados

Olá meus queridos.

Como boa nerd, acompanhei a indicação de um projeto piloto de ficção para o YouTube. Projeto que tem apoio do governo.  Mas hein?
Sim, o governo por meio do FICTV dá apoio para filmar seu projeto piloto e aí correr atrás de patrocínio!  E uma das ganhadoras  é a produtora Maria Bonita Filmes com o 3%.

O nome se refere ao bizarro processo de seleção que todo jovem passa ao completar 20 anos: se aprovado ele poderá viver no lado lindo e maravilhoso da sociedade onde todo mundo é feliz, bem-sucedido, abastado e portador de uma bizarra cicatriz no braço direito. O problema é que só 3% são aprovados a cada ano, passando por testes que deixam prova do líder do BBB no chinelo. Os outros 97% voltam a viver no lado ruim do muro e nunca mais podem tentar de novo.

O primeiro episódio foi dividido em 3 blocos no YouTube, que você confere abaixo.

Luciana curtiu isso e recomendaBeijos
até a próxima

GUINNESS

Posted: 07/01/2011 by Luciana in Cerveja, Cultura, Curiosidades, Luciana, Lugares

Sextaaaaaaaaaaaa \o/

O que combina com sexta? Cerveja! (para alguns, não só na sexta. hehehe)
E hoje quero postar sobre a Guinness.  Descobri muita coisa legal!

Até o Darth Vader gosta de Guinness! o/

 

História:  Tudo começou em 1759, quando Arthur Guinness alugou uma fábrica em Dublin, na Irlanda, e começou a produzir sua própria cerveja. Em 1862, quando adotou a harpa irlandesa como símbolo, a Guinness já fazia parte da vida da Irlanda. Ainda vou pesquisar o por que da Harpa.  Com mais de 250 anos de história, a cerveja Guinness é produzida com a mesma composição que a consagrou: malte irlandês, água de Dublin, lúpulo e levedura e é atualmente um ícone mundial. Toda a cerveja Guinness vendida no Brasil (só veio para cá nos anos 90) vem da cervejaria original St. James’ Gate em Dublin.

St. James' Gate - A Fábrica que o Arthur comprou para a nossa alegria

Em 1769 fez sua primeira exportação de 6 barris para a Inglaterra.  E esse ano vi que a Rainha Elisabeth em sua  “viagem da reconciliação”  recusou  uma pint de Guinness! Esses ventrues que não dão o braço a torcer são complicados!!!

Cheers Sr. Presidente!

Hoje a Guinness é comercializada em 155 países, tem 56 fábricas e 80% de participação no mercado mundial de cerveja. No mundo, 170 mil pubs consomem 10 milhões de pints (copos de 568 ml) diariamente, o que resulta em 120 pints por segundo!

 CURIOSIDADES

Perfect pint – Os seis passos para servir um copo perfeito de Guinness

O típico consumidor de Guinness é um profundo conhecedor de cervejas, sempre em busca da melhor qualidade. Por isso, é essencial servi-la adequadamente. Com as seis etapas abaixo, está garantida a apresentação perfeita dos pints tirados em qualquer estabelecimento:

  1. O copo: use um limpo, seco e nunca quente. De preferência, use o próprio pint (copo) da Guinness
  2. O ângulo: segure o pint sobre o bico da chopeira, em um ângulo de 45 o
  3. O primeiro enchimento: puxe a torneira da chopeira à frente, até que o pint esteja ¾ cheio.
  4. O repouso: deixe a cerveja descansar no pint por um minuto, até a espuma assentar.
  5. O segundo enchimento: termine de encher o pint , empurrando a torneira da chopeira para trás, parando quando a espuma alcançar a borda.
  6. Apresentação: coloque o pint na mesa com a logomarca voltada para o consumidor, mostrando um pint perfeito.

Obs.: a espuma deve estar cremosa, suave, branca e na altura certa (de 14 a 21 mm), ligeiramente elevada sobre a borda do pint.



O Livro dos Recordes tem o nome de Guinness

Buteco + Amigos + Guinness = 

A marca coleciona diversas histórias. Foi ao redor de uma mesa de bar, em um encontro regado à cerveja irlandesa, que surgiu o Guinness Book of Records, o mais famoso livro de recordes do mundo.

Consumo de Guinness
Em seu país de origem, aproximadamente a cada duas cervejas consumidas, uma é Guinness. Por manter sempre um rigoroso foco na qualidade da produção, mesmo durante todo o período de expansão, a Guinness se tornou a cerveja mais consumida do mundo em 1908.

O famoso trevo é símbolo da Irlanda e é costume também desenhá-lo na espuma do chope Guinness.

 

Fábrica da Guinness
Em 2008 abriu seus portões para os visitantes.  O prédio de 33metros tem o formato de um pint e se situa em um dos pontos mais altos de Dublin. Com isso o 1 milhão de visitantes foram registrados aumentando o turismo na Irlanda.

PUB mais antigo da Europa fica em Dublin
Abriu suas portas em 1198. (Mais antigo que o Arthur)

Aí são vendidos 2.500 pints por dia!!!

 

Como brindar em irlandês:

“Slainté” (pronuncia-se “slancha”) = “Saúde!”

Propagandas que fizeram história
As propagandas da Guinness tornaram a marca um ícone mundial. Há décadas a Guinness é famosa por suas criativas e distintas propagandas, que acumulam inclusive diversos prêmios de ouro no festival de Cannes.
A minha favorita é essa:

 

Gostaram do Post?
Espero que sim! Até a próxima, beijos e “Slainté”


d-.-b Música

Posted: 06/24/2011 by Luciana in Luciana, Música

Olá meus queridos.
Saudades? Também fiquei! Agradeço ao André que deu um help sexta passada.

Esses dias, eu e meus amigos, em papo de bar, começamos a devanear sobre clipes e músicas.
Acredite, dá pra viajar horrores e até ter novas ideias para personagens.
E resolvi compartilhar essa viagem com vocês.

Qual clipe ou música se relaciona aos clãs de vampiro, a máscara? 
Pois é! Pensando nisso e com base no meu repertório musical, selecionei alguns videos.  Reparem que cada um, de alguma maneira, lembra o clã.

RAVNOS
(Cigano doidimais como diria o Tio Nitro)


MALKAVIANO
(Lady Gaga é malkavian certeza!!!)

SETITA
(Já viram dança do ventre gótica? Sashi é a minha favorita!)

BRUJAH
(Juro que fiquei na dúvida entre esse e SOAD, qual tem mais cara de Brujah?)

GANGREL
(Amo Metallica)

LASOMBRA
(Repara nas fumacinhas! Muito Lasombra!)

NOSFERATU
(Clipe no esgoto, mas pensei em Slipknot também)

TOREADOR
(Os clássicos que me perdoem, mas esse video foi gravado em um museu de arte moderna)

VENTRUE
(Se Lady Gaga é Malk, Fergie é Ventrue)

TZIMISCE
(Não tive nem o que procurar muito! Bjork! Mas podia ter colocado um Prodigy)

GIOVANNI
(Será assim que eles se divertem?)

TREMERE
(Se Gaga é Malk, Fergie é Ventrue, nesse clipe Madonna é Tremere)

ASSAMITA
(Agora que vão cortar as minhas orelhas! hehehe)

E aí? O que vocês acharam? Tá condizente?
Qual o seu Set List? Qual música lembra seu personagem?
Postem nos comentários!

Beijos
Até a próxima!



Double Shot de Sexta-Feira!

Posted: 06/17/2011 by El Gordo in André, Cultura, Curiosidades, Games, Luciana

E aí, firmezinha? Entonces, eu sou uma marmota e eu estava com esse texto tamborilando na minha cabeça, mas os fatos na última semana não deixaram que eu conseguisse subir um assunto bacana no dia certo. Por isso, eu estou entrando com esse texto com quase uma semana e meia de atraso – não acontecerá de novo. E com um bônus, cobrindo a falha da minha boa amiga Luciana.

Parte 1: “E um dia, os seus filhos, Kal-El!”

Sim, isso é possível.

Ah, os prazeres da maternidade. A obrigação genética de passar nossa carga para a próxima geração, tentar fazer com que eles não cometam os mesmos erros que cometemos no passado. Como comprar livros pirateados e jogar 3D&T. Sempre nos perguntamos depois que vemos um pimpolho nos braços de um casal nerd como será o rebento nas próximas gerações: se ele vai ser um Nerd de Quarta Geração Bazingueiro, se ele será uma ostra social, ou, enojado com a imagem dos pais se vestindo de Steampunk com quase quarenta anos nas costas, ele vai gastar toda a sua mesada com academia, pó, birita e prostitutas do baixíssimo meretrício. Sempre considerou-se uma aposta arriscada ser um nerd e tentar criar um filho aos moldes clássicos do estereótipo.

A pergunta era uma sombra de dúvida não apenas nos rumos que teriam os aspiras da Nova Geração de roladores de dados e preenchedores de fichas quilométricas, porque para ser sincero, era mais fácil descobrir a fórmula do refrigerante cujo nome eu não digo que ver um casal nerd procriar e continuar junto e fazer com que seus genes conseguissem passar para a frente. Os mais puristas acreditam que a nerdice e o gosto pelo RPG são adquiridos com o tempo, uma condição social que impele os que ficam pra trás na corrida pelas menininhas ou menininhos (dependendo do sexo ou do “caminho da alma”) a se reunirem e afogarem suas tristezas e mazelas sociais com dados, salgadinhos, cigarros roubados da bolsa de mamã e sonhos idílicos onde eles são seres poderosos e/ou atormentados bagarai.

Entretanto, graças aos efeitos da Sociedade Civil Organizada do Anel em busca de um lugar ao sol desta minoria que aceita todas as outras maiorias, vem se notando grandes esforços para transformar a nerdice e a paixão por esse nosso pequeno esporte em uma coisa mais natural e passível de se transformar em um instrumento familiar. RPG FAMILIAR – quando você, seu velho safado que vivia de livros fotocopiados e revistas mensais com aventuras half-baked e resenhas mais porcas que as que eu escrevo hoje, poderia imaginar que ouviria essas duas palavras na mesma sentença?

Pois essa desgrama acontece mais do que você imagina. Graças aos bons velhotes das mesas, pioneiros na nerdice que cresceram e conseguiram seu lugar ao Sol em setores estratégicos (mwa-ha-ha-ha), conseguimos colocar o bom e velho Jogo de Interpretação de Papeis em um patamar pedagógico, didático, divertido. Eu me lembro de uma aventura one-shot em uma aula de história por uma professora substituta gorda como o “Comic Book Store Man” sobre os exploradores do sertão, isso na oitava série, no ano longínquo de 199e-não-te-interessa. E acreditem quando eu digo, meninos e meninas que estão lendo isso graças ao Google – com D20 e GURPS você pode fazer um jogo de RPG educacional de QUALQUER COISA. Inclusive de Nelson Rodrigues e Rubem Fonseca. Fica a dica.

Chaotic Neutral na veia e nos livros escolares. Não em todos, mas em alguns.

A despeito de toda a agenda antinerd que sempre de vez em quando escutamos – principalmente os casos desses malditos hardcore-gamers que brincam de Ritual em um cemitério com gentinha de verdadinha com adaguinha de verdadinha – estamos deixando um bom rastro para os nossos pimpolhos. Como experiência pessoal, os poucos nerds que conheço que possuem rebentos estão doutrinando os pequenos na doutrina de rolagem de dados. E também em não estranhar quando virem os pais saindo fantasiados de casa para um evento ou live-action.

Além do mais, se seus pais te toleram nerd jogador de RPG – de mesa, de videogame ou qualquer outro jeito que inventem nas próximas décadas – fica muito mais fácil o garoto crescer e ter vontade de ser o que quiser. Engenheiro, arquiteto, psicólogo, um Toreador Antitribu, Ranger da Aliança, etc…

Melhor ter uma foto vestido de Yoda no passado que uma foto com a camisa do Palmeiras. Acredite-me.

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Parte 2: Jack Flack Sempre Escapa!

Bom, a pedidos da Luciana – que está “assoberbada de trabalho” (como diria a vadia malcomida da minha primeira patroa no Jornalismo, em um jornalzinho semanário de Jacareí) com seus afazeres em assuntos que não são da minha conta, eu resolvi tapar esse pequeno buraco tentando emular um pouco do estilo da moça, sempre mais ligada na questão cultural e afins.

Bom, eu curto cinema. Filmes, curtas, trailers, trilhas sonoras, o que você quiser – eu só não fiz uma faculdade relacionada porque minhas mãos tremem com uma câmera e achava que isso daria menos dinheiro que jornalismo (isso é possível?). E, como todo garoto da geração dos filmes da tarde, eu fui vendo um monte de filmes antigos que tinham alguma ligação com o mundo nerd. Poderia falar da trilogia De Volta para o Futuro, poderia falar da fantasia medieval de “O Feitiço de Áquila” (que poderia ser facilmente o kickstart de qualquer aventura de Dungeons & Dragons antiga), “Os Garotos Perdidos” e seu retrato de vampiros que mordem pescoços femininos, e não fronhas, vivendo na excelência de uma imortalidade jovem em Santa Monic…. Santa Carla (no primeiro corte, onde aparecia um pezinho de maconha na casa do velho, que depois foi editado para tornar o filme mais familiar no horário da tarde), mas não. Temos que ir mais fundo.

“Os Heróis Não Tem Idade” (Cloak & Dagger, EUA, 1984) é um desses filmes despretensiosos, feitos quase que numa prensa hidráulica, naqueles dias que se procurava fazer uma ponte entre crianças e aventuras em um ambiente ao mesmo tempo controlado e desafiador. O resumo da história: um garoto Forever Alone recebe de um moribundo um cartucho de videogame com planos secretos embutidos, e começa a ser perseguido por espiões interessados no McGuffin para Atari 5200. O garoto, desacreditado por todos como um sonhador e mentiroso contumaz, conta apenas com uma pistola d’água, uma bola de softball e a inspiração de um amigo imaginário que é um espião de um jogo de RPG de mesa e vídeo: Jack Flack, o espião.

Esse filme não passa na Regra dos Quinze Anos (a que qualquer filme que era bom na sua infância fica uma merda depois do 15º aniversário) por uma série de fatores: desprezar um garoto dizendo que tem segredos de Estado no auge da Guerra Fria do Reagan X Andropov é ignorar demais a paranóia que vivia a nação americana naqueles dias de Rambo e Rocky X Drago, os espiões que não conseguem dar conta de uma criança em fuga não conseguiriam nem mesmo um estágio na ABIN (que descobriu de terceiros certa vez que Osama Bin Laden deu uma palestra em Cidade do Leste em 1996, antes de ter fama internacional), os personagens são caricatos e o escambau. O filme, em suma, não é o primor de roteiro e direção. Mas ele tem uma coisa a mais, além do tempero da infância.

Pela primeira vez fora do circuito Trilamb de esculacho generalizado de nerds e seus costumes podemos ter a aplicação de conceitos de RPG em um efeito válido e interessante, tanto como efeito de cenário como para narrativa. Na primeira cena vemos uma sequência de ação onde Jack Flack escapa de uma série de espiões com piruetas e papagaiadas dignas de um espião faz-tudo. Inclusive de dois D-20 que rolam em sua direção. Embora mostrem na cena seguinte um gordo-nerd-padrão trabalhando em um computador, esse nosso passatempo favorito não é apenas uma diversão para gordos suados trancados em um quarto escuro bebendo e suando aventuras medievais. É uma coisa que pode ajudar nossos pimpolhos a conseguirem ter mais cérebro.

Alguém está vendo um óculos fundo-de-garrafa ou um protetor de canetas de bolso nesse jovem mancebo?

O problema é que, tal qual 90% da população brasileira, só fui conhecer RPG com as notícias bizarras da televisão. Mas ainda sim foi uma boa maneira de apresentar “O esporte” para o pessoal.

Pra quem viu, relembre. Pra quem não viu, veja.

Antes de escrever um bom cenário ou até mesmo seu refúgio, é essencial uma pesquisa de campo. E tem lugares cheio de histórias e curiosidades.
Fora que fazer um passeio diferente de vez enquando faz um bem danado.
“Mas Lu, não tenho grana!” Meu querido e minha querida, a minha proposta  é de apenas 1 passe de metrô.  Curtiu? Bora lá?

Metrô Estação Sé destino Estação São Bento

Marco Zero Catedral da Sé – onde tudo começa!

Praça da Sé – Lugar das composições de Adoniran Barbosa.

Centro Cultural da Caixa Econômica – O prédio antigo sempre tem exposições bacanérrimas de artístas plásticos e fotografia.

Solar da Marquesa –  É uma grande relíquia do século XVIII. E essa Marquesa foi amante do imperador Dom Pedro I. (Danadinha)

Beco do Pinto – Calma! Explico o nome. O nome do Beco se refere a um dos antigos proprietários da Casa no 3, o Brigadeiro José Joaquim Pinto de Morais Leme, que entrou em desavenças com seus vizinhos e a Municipalidade, em 1821, por ter fechado o acesso ao Beco. Era uma passagem utilizada na São Paulo colonial para o trânsito de pessoas e animais, que ligava a antiga rua do Carmo à várzea do rio Tamanduateí.

Casa Nº 1 – Arquitetura de chalé, mas era feita de taipa de pilão, em 1870.

Capela do Beato Padre Anchieta – então.. você gosta de criptas?

Pateo do Collegio – Com quase 450 anos de muita história pra contar, lugar onde foi realizada a primeira missa. Hoje em dia abriga diversos projetos.

Centro Cultural Banco do Brasil – Desde 1923 é o Banco do Brasil. E tem uma linda exposição que vai até dia 25 de junho: Mundos Impossíveis: o imaginário de Escher. (fica a dica)


Rua da Quitanda – As mulheres vendiam miúdos nessa rua, também chamada de Rua do Cotovelo por ter o formato de um. Um antigo trecho, hoje integrado à Rua da Quitanda, e localizado entre as ruas Alvares Penteado e 15 de Novembro, era no passado conhecido como “Beco da Cachaça”, numa referência ao comércio de cachaça ali praticado”. (Aí sim, hein?)

Igreja Santo Antônio – Então… dia dos namorados ta aí, né? A Igreja de Santo Antônio é considerada a mais antiga dentre as igrejas remanescentes de São Paulo. Sua data de fundação, no entanto, é incerta. A mais remota referência ao templo comparece no testamento de Afonso Sardinha, datado de novembro de 1592.  (Tenho certeza que algum matusalem repousaria aí)

Praça do Patriarca – Está na ponta do Viaduto do Chá, essa praça que dá vasão à galeria que desemboca no Anhangabaú, que hoje é tão movimentada e parece realmente tão necessária pois é a encruzilhada de seis ruas, muitas delas velhos atalhos antigos de tradição, essa praça tem apenas algumas décadas de vida.

Largo do Café –  Tem esse nome, porque na época dos barões do café o Largo era o ponto de encontro para compra e venda de café. ( Huumm lugar bacana para tomar um café da tarde)

Rua do Comércio – Antigamente conhecida como “Beco do Inferno”, e para a qual encontramos a seguinte explicação dada por Byron Gaspar: “Um lugar imundo, esburacado, escuro e mal freqüentado. Ninguém podia nele transitar sem o necessário cuidado, tamanha era a sujeira que havia em toda a sua extensão”. Ainda bem que mudou, né?

Rua 15 de Novembro – No início do século XX era considerada a rua mais chique da cidade, onde se localizavam os principais bancos, além do comércio e cafés mais sofisticados. Mas cá entre nós? Ainda tem o seu “ar” magestoso. Lugar predileto para qualquer Ventrue.

Praça Antônio Prado – Era nessa praça que passavam os bondes. Também ficavam os moços bonitos em confeitarias. Não deixe de olhar para cima e ver o Antigo edifício Banespa e o Magestoso Edifício Martinelli.

Largo de São Bento – O Largo São Bento tem sua história diretamente ligada à história da cidade: ali estava instalada a taba do cacique Tibiriçá, que demarcava o limite do povoado que começava a se formar. A localização era estratégica: Tibiriçá, sogro de João Ramalho, cuidava da segurança daqueles amigos do genro que acabavam de chegar. (História pra Gangrel não botar defeito)

Igreja de São Bento –  Abrigou monges beneditinos em 1598.  Tudo dentro dessa igreja é importado.  E as imagens bem realistas, do tipo que olham pra você com um olhar de “eu sei o que você fez no verão passado”.

Gostou do post?
Quer conhecer mais???
Basta ir até a Estação Sé do Metrô e procurar o balcão de informações do TurisMetrô.

Bilhetes de metrô necessários: 1
Saídas da Estação Sé do Metrô
Todos os sábados, às 9h e 14h, e domingos, às 9h e 14h.
Duração média: 3 horas
O roteiro não sai em caso de chuva.
Itinerário pode ser alterado sem prévio aviso, visando à melhor operação do roteiro.
Máximo de 25 participantes por saída.

Não esqueça de usar um tênis ou sapato confortável e tirar muitas fotos.
Com certeza você terá novas idéias paras sua mesa de RPG.

Dica para Malkavianos

Posted: 05/27/2011 by Luciana in Luciana, Malkaviano, Seriados, Vampiro

Louco, Adj.: Afetado por um alto grau de independência intelectual; inconformado com os padrões de pensamento, fala e ação, devido a um profundo estudo de si mesmo.
– Ambrose Bierce, O Dicionário do Diabo

Recomendo True Blood.  Pra quem não conhece é um seriado criada por Alan Ball, baseada na série de livros The Southern Vampire Mysteries da americana Charlaine Harris.

Sinopse: Numa nova era de evolução científica, os vampiros conseguiram deixar de ser monstros lendários para se tornarem cidadãos comuns. Essa mudança, que aconteceu do dia para a noite, deve-se a cientistas japoneses, que inventaram um sangue sintético (chamado True Blood), fazendo com que os humanos deixassem de ser o seu prato principal. Já os humanos ainda não se sentem totalmente seguros convivendo lado a lado com toda a legião de vampiros que está saindo de seus caixões. Ao redor do mundo, cada um escolheu o seu lado a favor ou contra essa revolução, mas numa pequena cidade de Lousiana, as pessoas ainda estão formando a sua opinião.

Mas o que tem de similar com o RPG Vampiro, a máscara?
Muita coisa, inclusive referências para seus personagens.  A rainha no seriado é a princesa da cidade. O xerife no seriado tem a mesma função do xerife no nosso jogo.  Sem falar que tem Ventrue, Toreador, Brujah e tantos outros personagens para se basear.  Inclusive poderes de dominação, rapidez e presença.
Aguardem os próximos posts.
Hoje irei falar sobre um dos melhores personagens da 3ª temporada.

O Franklin (James Frain)
Simplesmente é uma das melhores referências para um Malkaviano.
O personagem é um apaixonado compulsivo e extremista.  Ele ama tanto a personagem Tara, que a faz de refém e ao mesmo tempo manda flores. Bate nela e chora por ela. Além de tudo isso ciumento!!
Excelente atuação de James, com certeza enriqueceu a série.
Dá uma olhada nesse video e entenderá o que quero dizer.

Gente, o que é esse ser mandando SMS? Hilário!
Mais uma vez recomendo a série. A 4ª temporada está chegando na HBO (selo de qualidade).
Já estou ansiosa, um passarinho me contou que teremos necromancia!
Waiting sucks!

Poster da 4ª temporada