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GUINNESS

Posted: 07/01/2011 by Luciana in Cerveja, Cultura, Curiosidades, Luciana, Lugares

Sextaaaaaaaaaaaa \o/

O que combina com sexta? Cerveja! (para alguns, não só na sexta. hehehe)
E hoje quero postar sobre a Guinness.  Descobri muita coisa legal!

Até o Darth Vader gosta de Guinness! o/

 

História:  Tudo começou em 1759, quando Arthur Guinness alugou uma fábrica em Dublin, na Irlanda, e começou a produzir sua própria cerveja. Em 1862, quando adotou a harpa irlandesa como símbolo, a Guinness já fazia parte da vida da Irlanda. Ainda vou pesquisar o por que da Harpa.  Com mais de 250 anos de história, a cerveja Guinness é produzida com a mesma composição que a consagrou: malte irlandês, água de Dublin, lúpulo e levedura e é atualmente um ícone mundial. Toda a cerveja Guinness vendida no Brasil (só veio para cá nos anos 90) vem da cervejaria original St. James’ Gate em Dublin.

St. James' Gate - A Fábrica que o Arthur comprou para a nossa alegria

Em 1769 fez sua primeira exportação de 6 barris para a Inglaterra.  E esse ano vi que a Rainha Elisabeth em sua  “viagem da reconciliação”  recusou  uma pint de Guinness! Esses ventrues que não dão o braço a torcer são complicados!!!

Cheers Sr. Presidente!

Hoje a Guinness é comercializada em 155 países, tem 56 fábricas e 80% de participação no mercado mundial de cerveja. No mundo, 170 mil pubs consomem 10 milhões de pints (copos de 568 ml) diariamente, o que resulta em 120 pints por segundo!

 CURIOSIDADES

Perfect pint – Os seis passos para servir um copo perfeito de Guinness

O típico consumidor de Guinness é um profundo conhecedor de cervejas, sempre em busca da melhor qualidade. Por isso, é essencial servi-la adequadamente. Com as seis etapas abaixo, está garantida a apresentação perfeita dos pints tirados em qualquer estabelecimento:

  1. O copo: use um limpo, seco e nunca quente. De preferência, use o próprio pint (copo) da Guinness
  2. O ângulo: segure o pint sobre o bico da chopeira, em um ângulo de 45 o
  3. O primeiro enchimento: puxe a torneira da chopeira à frente, até que o pint esteja ¾ cheio.
  4. O repouso: deixe a cerveja descansar no pint por um minuto, até a espuma assentar.
  5. O segundo enchimento: termine de encher o pint , empurrando a torneira da chopeira para trás, parando quando a espuma alcançar a borda.
  6. Apresentação: coloque o pint na mesa com a logomarca voltada para o consumidor, mostrando um pint perfeito.

Obs.: a espuma deve estar cremosa, suave, branca e na altura certa (de 14 a 21 mm), ligeiramente elevada sobre a borda do pint.



O Livro dos Recordes tem o nome de Guinness

Buteco + Amigos + Guinness = 

A marca coleciona diversas histórias. Foi ao redor de uma mesa de bar, em um encontro regado à cerveja irlandesa, que surgiu o Guinness Book of Records, o mais famoso livro de recordes do mundo.

Consumo de Guinness
Em seu país de origem, aproximadamente a cada duas cervejas consumidas, uma é Guinness. Por manter sempre um rigoroso foco na qualidade da produção, mesmo durante todo o período de expansão, a Guinness se tornou a cerveja mais consumida do mundo em 1908.

O famoso trevo é símbolo da Irlanda e é costume também desenhá-lo na espuma do chope Guinness.

 

Fábrica da Guinness
Em 2008 abriu seus portões para os visitantes.  O prédio de 33metros tem o formato de um pint e se situa em um dos pontos mais altos de Dublin. Com isso o 1 milhão de visitantes foram registrados aumentando o turismo na Irlanda.

PUB mais antigo da Europa fica em Dublin
Abriu suas portas em 1198. (Mais antigo que o Arthur)

Aí são vendidos 2.500 pints por dia!!!

 

Como brindar em irlandês:

“Slainté” (pronuncia-se “slancha”) = “Saúde!”

Propagandas que fizeram história
As propagandas da Guinness tornaram a marca um ícone mundial. Há décadas a Guinness é famosa por suas criativas e distintas propagandas, que acumulam inclusive diversos prêmios de ouro no festival de Cannes.
A minha favorita é essa:

 

Gostaram do Post?
Espero que sim! Até a próxima, beijos e “Slainté”


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Antes de escrever um bom cenário ou até mesmo seu refúgio, é essencial uma pesquisa de campo. E tem lugares cheio de histórias e curiosidades.
Fora que fazer um passeio diferente de vez enquando faz um bem danado.
“Mas Lu, não tenho grana!” Meu querido e minha querida, a minha proposta  é de apenas 1 passe de metrô.  Curtiu? Bora lá?

Metrô Estação Sé destino Estação São Bento

Marco Zero Catedral da Sé – onde tudo começa!

Praça da Sé – Lugar das composições de Adoniran Barbosa.

Centro Cultural da Caixa Econômica – O prédio antigo sempre tem exposições bacanérrimas de artístas plásticos e fotografia.

Solar da Marquesa –  É uma grande relíquia do século XVIII. E essa Marquesa foi amante do imperador Dom Pedro I. (Danadinha)

Beco do Pinto – Calma! Explico o nome. O nome do Beco se refere a um dos antigos proprietários da Casa no 3, o Brigadeiro José Joaquim Pinto de Morais Leme, que entrou em desavenças com seus vizinhos e a Municipalidade, em 1821, por ter fechado o acesso ao Beco. Era uma passagem utilizada na São Paulo colonial para o trânsito de pessoas e animais, que ligava a antiga rua do Carmo à várzea do rio Tamanduateí.

Casa Nº 1 – Arquitetura de chalé, mas era feita de taipa de pilão, em 1870.

Capela do Beato Padre Anchieta – então.. você gosta de criptas?

Pateo do Collegio – Com quase 450 anos de muita história pra contar, lugar onde foi realizada a primeira missa. Hoje em dia abriga diversos projetos.

Centro Cultural Banco do Brasil – Desde 1923 é o Banco do Brasil. E tem uma linda exposição que vai até dia 25 de junho: Mundos Impossíveis: o imaginário de Escher. (fica a dica)


Rua da Quitanda – As mulheres vendiam miúdos nessa rua, também chamada de Rua do Cotovelo por ter o formato de um. Um antigo trecho, hoje integrado à Rua da Quitanda, e localizado entre as ruas Alvares Penteado e 15 de Novembro, era no passado conhecido como “Beco da Cachaça”, numa referência ao comércio de cachaça ali praticado”. (Aí sim, hein?)

Igreja Santo Antônio – Então… dia dos namorados ta aí, né? A Igreja de Santo Antônio é considerada a mais antiga dentre as igrejas remanescentes de São Paulo. Sua data de fundação, no entanto, é incerta. A mais remota referência ao templo comparece no testamento de Afonso Sardinha, datado de novembro de 1592.  (Tenho certeza que algum matusalem repousaria aí)

Praça do Patriarca – Está na ponta do Viaduto do Chá, essa praça que dá vasão à galeria que desemboca no Anhangabaú, que hoje é tão movimentada e parece realmente tão necessária pois é a encruzilhada de seis ruas, muitas delas velhos atalhos antigos de tradição, essa praça tem apenas algumas décadas de vida.

Largo do Café –  Tem esse nome, porque na época dos barões do café o Largo era o ponto de encontro para compra e venda de café. ( Huumm lugar bacana para tomar um café da tarde)

Rua do Comércio – Antigamente conhecida como “Beco do Inferno”, e para a qual encontramos a seguinte explicação dada por Byron Gaspar: “Um lugar imundo, esburacado, escuro e mal freqüentado. Ninguém podia nele transitar sem o necessário cuidado, tamanha era a sujeira que havia em toda a sua extensão”. Ainda bem que mudou, né?

Rua 15 de Novembro – No início do século XX era considerada a rua mais chique da cidade, onde se localizavam os principais bancos, além do comércio e cafés mais sofisticados. Mas cá entre nós? Ainda tem o seu “ar” magestoso. Lugar predileto para qualquer Ventrue.

Praça Antônio Prado – Era nessa praça que passavam os bondes. Também ficavam os moços bonitos em confeitarias. Não deixe de olhar para cima e ver o Antigo edifício Banespa e o Magestoso Edifício Martinelli.

Largo de São Bento – O Largo São Bento tem sua história diretamente ligada à história da cidade: ali estava instalada a taba do cacique Tibiriçá, que demarcava o limite do povoado que começava a se formar. A localização era estratégica: Tibiriçá, sogro de João Ramalho, cuidava da segurança daqueles amigos do genro que acabavam de chegar. (História pra Gangrel não botar defeito)

Igreja de São Bento –  Abrigou monges beneditinos em 1598.  Tudo dentro dessa igreja é importado.  E as imagens bem realistas, do tipo que olham pra você com um olhar de “eu sei o que você fez no verão passado”.

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Quer conhecer mais???
Basta ir até a Estação Sé do Metrô e procurar o balcão de informações do TurisMetrô.

Bilhetes de metrô necessários: 1
Saídas da Estação Sé do Metrô
Todos os sábados, às 9h e 14h, e domingos, às 9h e 14h.
Duração média: 3 horas
O roteiro não sai em caso de chuva.
Itinerário pode ser alterado sem prévio aviso, visando à melhor operação do roteiro.
Máximo de 25 participantes por saída.

Não esqueça de usar um tênis ou sapato confortável e tirar muitas fotos.
Com certeza você terá novas idéias paras sua mesa de RPG.